Gestão de tráfego pago · Google Ads e Meta Ads

Você não precisa de mais anúncio.
Precisa de quem entenda o seu negócio antes de gastar o seu dinheiro.

Seja pra começar a anunciar com método, seja pra revisar uma operação que já roda e não entrega o que deveria, o trabalho começa no mesmo lugar: entender como a sua empresa vende, quanto vale um cliente e onde o dinheiro está parando no caminho.

Diagnóstico antes de qualquer campanha Conta e criativos auditados linha a linha Leitura mensal em venda, não em curtida
200+
empresas atendidas
ao longo da carreira
R$100M+
em vendas geradas
para clientes
26x
retorno em projeto
de alta performance
6
anos estruturando
crescimento de PMEs

01 / Pra quem essa página foi feita

Dois cenários diferentes.
O mesmo ponto de partida.

A maior parte das empresas que chegam até aqui está em um destes dois momentos. Em nenhum dos dois a resposta certa é simplesmente subir mais campanha.

01

Você precisa de alguém que cuide disso com método

Talvez nunca tenha existido um gestor de tráfego de verdade no seu negócio — ou exista alguém mexendo na conta quando sobra tempo, entre outras dez tarefas.

A campanha até roda, mas ninguém consegue dizer quanto custa conquistar um cliente novo, nem por que o resultado muda tanto de um mês pro outro. Falta rotina, critério e alguém responsável pelo número.

02

Você já investe e o retorno não corresponde

A verba sai todo mês, chegam contatos, e mesmo assim fica a sensação de que o dinheiro rende menos do que deveria — ou de que você está pagando caro por cliente que fecha pouco.

Aqui trocar de gestor raramente resolve sozinho. Antes de mexer na campanha, vale analisar o negócio: oferta, preço, página, tempo de resposta e o que acontece depois que o contato chega.

Nos dois casos o primeiro passo é o mesmo — e não é abrir o gerenciador de anúncios. É entender o negócio que vai receber esse investimento.

02 / O que costuma estar por trás

Na maioria das contas que analisamos,
o anúncio era o menor dos problemas.

Não é opinião: é o que aparece repetidamente quando se abre a conta, lê a página de destino e acompanha o caminho do contato até a venda. Seis padrões que se repetem em empresas de portes e segmentos completamente diferentes.

01

A conta mede clique, não venda

Sem conversão configurada e testada, a plataforma otimiza para o sinal errado e você decide no achismo. É o erro mais caro e o mais comum.

02

Uma mensagem só para todo mundo

Quem procura preço, quem tem urgência e quem está só pesquisando recebem o mesmo anúncio. Os três clicam, você paga pelos três, um compra.

03

A página não sustenta o clique

O anúncio promete uma coisa e a página entrega outra. O clique já foi pago; a venda não acontece — e a culpa cai injustamente na mídia.

04

Verba disputando com ela mesma

Campanhas concorrendo pela mesma busca, termos sem negativação, orçamento espalhado em tudo ao mesmo tempo. O custo sobe sem que nada melhore.

05

O contato chega e esfria

Um lead respondido horas depois vale uma fração do que valia nos primeiros minutos. Quando isso acontece, o gargalo é comercial — e nenhum ajuste de campanha resolve.

06

Ninguém mexe há meses

Campanha ativa não é campanha gerida. Sem rotina de leitura e ajuste, o desempenho se desgasta sozinho e o custo por cliente só cresce.

03 / Antes da mídia

Anúncio não cria demanda do nada.
Ele acelera o que o negócio já faz — inclusive o que faz errado.

Investir em mídia sem conhecer os números do negócio é apostar. Antes de propor qualquer campanha, existem perguntas que precisam de resposta — e quase sempre elas não estão no gerenciador de anúncios, estão na operação:

01Quanto vale um cliente pra você? Ticket médio, margem e recompra definem quanto se pode pagar por um contato — não o contrário.
02Quantos clientes você consegue atender por semana sem perder qualidade? Gerar demanda acima da capacidade destrói reputação.
03Qual produto ou serviço paga a conta e qual só ocupa agenda? Nem tudo que vende merece verba de mídia.
04O que acontece entre a mensagem chegar e o dinheiro entrar? Quem responde, em quanto tempo, com qual roteiro.
É por isso que a AID Media não se posiciona como agência de anúncio. Mídia é uma das peças. O que entregamos é estrutura de crescimento — e a mídia só entra quando tem onde se apoiar.

A conta que muda a decisão

Ticket médioR$ 800
Margem do negócio30%
Lucro por cliente novoR$ 240
Fecha 1 a cada 5 contatos20%
Teto por contato geradoR$ 48

Esse número define a estratégia inteira: qual canal usa, quais palavras valem a disputa, qual verba faz sentido e a partir de quando a campanha passa a ser prejuízo. Sem essa conta feita antes, orçamento de mídia é palpite — e o palpite costuma sair caro.

04 / Como trabalhamos

Cinco etapas. Nenhuma delas começa no anúncio.

O mesmo processo aplicado em mais de 200 empresas — da primeira campanha da vida à reestruturação de contas que já queimaram dezenas de milhares em mídia.

01

Passo 01

Diagnóstico

Análise 360º do que existe hoje: conta de anúncio, oferta, concorrência, página de destino e processo comercial. Você recebe por escrito o que foi encontrado, o que é prioridade e o que pode esperar.

02

Passo 02

Estratégia

Definição de quem vale a pena atrair, com qual oferta e a que custo máximo por cliente. A meta de mídia é amarrada a um número de negócio — faturamento, margem, capacidade de atendimento — e não a alcance.

03

Passo 03

Implementação

Rastreamento configurado e testado, campanhas estruturadas por intenção de busca, criativos e páginas alinhados à promessa do anúncio. Nada sobe sem medição funcionando.

04

Passo 04

Ativação

Entrada controlada: a verba cresce conforme os dados confirmam o que funciona. Escalar cedo demais é a forma mais rápida de transformar um teste barato em prejuízo caro.

05

Passo 05

Otimização

Rotina semanal de ajuste e leitura mensal com você: o que virou venda, quanto custou cada cliente e onde o próximo real deve entrar. O que não dá retorno sai; o que dá recebe mais.

05 / O que entra na gestão mensal

Trabalho de gestor, não de quem só aperta botão.

Cada frente existe por um motivo comercial claro. Se uma entrega não muda contato, venda ou custo por cliente, ela não deveria estar no escopo.

01

Campanhas por intenção

Estrutura separada por aquilo que a pessoa realmente procura, com anúncio e página falando a mesma língua — menos clique curioso e mais contato de quem está pronto pra comprar.

02

Rastreamento e medição

Medição configurada e testada nos pontos que indicam interesse real — você passa a enxergar de onde vêm os contatos e quanto cada um custa, em vez de decidir no escuro.

03

Criativos e páginas de destino

Anúncios e páginas escritos pra sustentar a promessa até o fim do caminho — mais gente chegando ao contato com a mesma verba investida.

04

Palavras-chave e negativação

Leitura semanal dos termos reais de busca, cortando o que só gasta e reforçando o que vende — a mesma verba comprando visitas mais qualificadas.

05

Rotina de otimização

Ajuste contínuo de lances, públicos, orçamento e criativos com base no que virou venda — custo por cliente que cai ao longo dos meses, em vez de subir.

06

Relatório em linguagem de dono

Sem painel cheio de métrica que não paga conta: quanto entrou, quanto saiu, o que virou negócio e qual é a decisão do próximo mês.

06 / Direção estratégica

Quem conduz a operação entende
de negócio, não só de anúncio.

John Kenner, fundador da AID Media
Fundador desde 2021

Quem fundou a AID Media

John Kenner

Fundador da AID Media · Consultor de Desenvolvimento de Negócios

Antes de trabalhar com marketing, John passou anos traduzindo o complexo em simples: começou em sala de aula, como instrutor de cursos profissionalizantes e de curso técnico.

Seguiu na Andrade Gutierrez — uma das maiores construtoras da América Latina — como Analista Funcional SAP. A função era entender a necessidade real de cada área do negócio (contabilidade, suprimentos, planejamento) e transformar isso em processo dentro do sistema de gestão. Antes de qualquer configuração, vinha o mesmo passo: descobrir onde estava o gargalo de verdade.

Depois veio o Bradesco, um ambiente comercial por natureza, onde esteve à frente da gestão da equipe de pré-atendimento da agência — o ponto em que se ganha ou se perde a confiança do cliente antes de qualquer proposta.

É essa combinação que define como a AID Media conduz tráfego pago hoje: disciplina analítica de quem decifrava processos, instinto comercial de quem viveu meta e clareza de quem passou anos explicando o difícil de forma simples. John está à frente da operação — é dele a direção estratégica de cada conta e a decisão do que entra e do que sai. A conversa começa no seu negócio, não na plataforma de anúncio.

001

Diagnóstico antes da ação

Nenhuma campanha sobe sem entender o negócio que vai sustentá-la.

002

Metodologia própria A.I.D.

Análise → Ideação → Desenvolvimento. Processo repetível, não improviso.

003

Parceiro estratégico IDE Brasil

Convivência com empresários em imersões de gestão e crescimento.

004

Operação conduzida pelo fundador

Estratégia e prioridades definidas por quem está à frente da operação.

07 / A experiência da agência

Seis anos desenvolvendo negócios reais —
não só campanhas.

A AID Media nasceu de uma premissa simples: resolver o problema errado, mesmo com a ferramenta certa, continua sendo desperdício. Por isso, seja marketing, processo comercial ou tecnologia, existe sempre o mesmo primeiro passo — entender o gargalo real.

Foram mais de 200 empresas de segmentos completamente diferentes: prestadores de serviço, indústrias, clínicas, comércio local, gastronomia e escritórios profissionais. Juntas, mais de R$100 milhões em vendas geradas — sempre com a mesma lógica: primeiro estrutura, depois escala.

Empresas que já confiaram no nosso trabalho

Just in Soft
Directiva
Multtiarte
IDE Brasil
Placcy
Psicologia Social
Delicare
mqDerma
Global Group
Argaville

08 / Onde esse trabalho se aplica

O método é o mesmo.
A estratégia, não.

Anúncio não funciona igual em todo lugar — e o que define a estratégia não é o segmento, é como o dinheiro entra na empresa. Em mais de 200 negócios atendidos, quase todos se encaixam em um destes quatro modelos:

Modelo 01

Quem vende preenchendo agenda

Clínicas, estética, oficinas, prestadores de serviço

O objetivo não é volume de contato, é agenda cheia sem buraco e sem fila que não anda. Anúncio que atrai quem ainda está só pesquisando parece barato no relatório e sai caro na rotina da equipe.

Modelo 02

Quem vende sob orçamento

Indústria, construção, B2B, serviços técnicos

Ticket alto e decisão demorada. Um pedido malqualificado consome dias de equipe pra virar um "não" — aqui a régua é a qualidade do contato, nunca a quantidade.

Modelo 03

Quem vende na loja e na internet

Comércio, varejo, distribuição

O erro clássico é medir só o que fecha pela internet e ignorar quem o anúncio empurrou pro balcão. Sem enxergar os dois, corta-se justamente a campanha que estava dando certo.

Modelo 04

Quem depende do cliente voltar

Consumo recorrente, assinatura, serviço continuado

A primeira compra vale pouco sozinha e muito ao longo do ano. Quem não faz essa conta acha cara a campanha certa e barata a errada — e desliga a que ia sustentar o crescimento.

Por isso a primeira pergunta nunca é "quanto você quer investir". É em qual desses modelos o seu negócio se encaixa — porque isso muda a meta, o canal, a mensagem e até o que vamos chamar de resultado.

09 / Antes de você chamar

Não trabalhamos com todo mundo —
e isso protege os dois lados.

Cada diagnóstico é feito à mão e consome horas de análise. Por isso vale a honestidade antes da conversa: existem negócios em que esse trabalho gera resultado rápido, e outros em que o momento simplesmente ainda não é esse.

+ Faz sentido se você

  • Já tem um produto ou serviço que vende e quer previsibilidade em vez de altos e baixos
  • Consegue sustentar um investimento mensal em mídia, separado do valor da gestão
  • Responde rápido quem chega e tem capacidade de atender mais clientes do que atende hoje
  • Aceita mexer no que for necessário — oferta, página, atendimento — e não só na campanha
  • Entende que custo por cliente estável se constrói em meses, não em uma semana

– Não faz sentido se você

  • Procura garantia de faturamento ou número fechado antes de qualquer análise
  • Quer testar um valor simbólico "só pra ver se funciona" e decidir na primeira semana
  • Precisa de alguém apenas para apertar botão, sem tocar em oferta, página ou processo
  • Não tem quem responda os contatos gerados dentro de um prazo razoável
  • Espera resultado sem participar das decisões do próprio negócio

10 / Perguntas que sempre aparecem

As respostas diretas,
antes da conversa.

01Já tenho quem cuide do meu tráfego. Ainda faz sentido conversar?

Faz — e não é sobre trocar por trocar. A análise mostra o que está sendo bem feito e o que está custando dinheiro. Se o trabalho atual estiver sólido, você sai da conversa sabendo disso, com argumentos concretos pra cobrar o que falta de quem já está com você.

02Quanto eu preciso investir por mês?

Depende de quanto vale um cliente pro seu negócio e de quantos você consegue atender. Na prática, verba muito baixa gera pouco dado — e sem dado não há otimização, só sorte. O valor certo sai do diagnóstico, com a conta feita na sua realidade.

03Em quanto tempo eu vejo resultado?

Os primeiros contatos costumam aparecer nas primeiras semanas. Mas custo por cliente estável e previsível é conversa de 60 a 90 dias — é o tempo de acumular dado suficiente pra cortar o que não funciona com segurança.

04Vocês garantem resultado?

Não. Garantimos execução, método e transparência total dos números — inclusive quando o número é ruim. Quem promete faturamento antes de abrir a sua conta está vendendo, não analisando.

05Como funciona o formato de trabalho?

Diagnóstico primeiro, escopo depois. Só faz sentido falar de valor e prazo quando se sabe o que o negócio realmente precisa — pode ser uma reestruturação pontual, pode ser gestão mensal contínua. Isso se define com dado na mesa.

06Vocês atendem qualquer segmento?

Já passamos por mais de 200 empresas em segmentos muito diferentes, então o método se adapta. O que não muda é o pré-requisito: um negócio que já vende, atende bem quem chega e quer estruturar demanda com consistência.

Próximo passo

O primeiro passo não é subir campanha.
É entender o seu negócio.

A Sessão Estratégica é uma conversa de aproximadamente 45 minutos com a direção da AID Media. A gente olha os seus números, o que já roda hoje e onde o resultado está travando.

Você sai com clareza do que precisa ser feito e da ordem certa de fazer, trabalhando com a gente ou não.

Sessão Estratégica

Para empresas que já vendem e querem transformar investimento em anúncio numa decisão de negócio, não numa aposta.

  • Leitura do que já roda hoje na sua conta
  • Os pontos que mais estão travando resultado
  • A ordem de prioridade pro seu momento
  • Conduzida pela direção da operação
Solicitar minha Sessão Estratégica→

Agenda limitada: atendemos um número reduzido de empresas por mês, porque cada diagnóstico é feito à mão.